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Repasse lento favorece mercado imobiliário, mas juros e inflação ainda são riscos

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Apesar do bom desempenho do mercado imobiliário neste ano, os juros altos e a inflação podem despertar consequências para quem compra imóvel na planta, por conta de fases de mudanças econômicas. Ela ocasiona dois riscos como a correção do Índice Nacional da Construção Civil (INCC), que continua acima da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o aumento da taxa Selic, no qual sobe e desce de acordo com a inflação e mexe com diversas taxas do mercado, inclusive com as taxas de juros do financiamento imobiliário.

Consequentemente, caso a pessoa não tenha um bom planejamento financeiro, ela poderá passar por dificuldades com o financiamento, ocasionando a devolução do imóvel. Porém, por enquanto as estatísticas do mercado imobiliário devem continuar positivas nos próximos anos, pois os bancos estão demorando a repassar a alta da Selic para o financiamento imobiliário.

Ligado a isso, segundo o Abraic, o setor imobiliário ainda não foi afetado pela alta nos juros, as vendas alavancaram e o volume de financiamentos imobiliários também. Entretanto, muitas pessoas esqueceram de considerar o cenário incerto econômico e muitos compradores de imóveis na situação atual podem sentir dificuldades financeiras futuramente, principalmente a quem adquiriu a compra do imóvel na planta.

De acordo com algumas sugestões do advogado Tapai, a melhor maneira para o consumidor que comprou o imóvel da planta e não conseguiu sustentar suas prestações é repassar o contrato a um amigo ou outro interessado no imóvel antes de realizar a anulação. Sua principal dica é evitar a compra do imóvel na planta para economizar o máximo possível para adquirir uma unidade pronta que foi devolvida por outro consumidor.


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