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Arquiteturas deslumbrantes na América Latina

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Os novos métodos de obras arquitetônicas vem originando transformações nas áreas urbanas, com o propósito de uma melhoria na qualidade a todos os envolvidos.

Atualmente as obras buscam por inovação e autenticidade em cada detalhe do projeto, tentando mantê-los cada vez mais modernos. Tem intenção de transmitir a essência dos clientes, então por conta disso cada obra é única, personalizada e adaptada a cada necessidade e expectativa do cliente.

A modernização da arquitetura causa uma ruptura com a tradição do padrão, proporcionando modificações em diversos aspectos que deram um novo olhar para a estruturação.

É notório que a arquitetura moderna se inclui em áreas como design e arte e se expande cada vez mais pelo mundo inteiro, como no Brasil. A arquitetura no Brasil contém preservação de lindos projetos como; MASP localizado no Museu de Arte de São Paulo; MuBe (Museu Brasileiro da Escultura); Casa de Vidro que foi a primeira obra que a arquiteta Lina Bo Bardi realizou quando chegou no país e uma das obras mais conhecidas do Oscar Niemeyer, o Congresso Nacional que é uma das imagens mais marcantes ao se pensar em Brasília.

Nos dias de hoje, O Brasil vem criando vínculos com países latino-americanos e grande parte destes projetos é desenvolvido pelo arquiteto Fernando Viégas. Ele desenvolve diversos projetos em grandes escalas, além de programas como equipamentos para transportes públicos, projetos urbanos, espaços culturais, escolas, edifícios residenciais e comerciais.

O arquiteto e urbanista Fernando Viégas é sócio – fundador do premiado Una Arquitetos, escritório que desenvolve grandes projeções de projetos urbanos a equipamentos para transportes públicos, incluindo espaços culturais, escolas e residências. A associação possui muito reconhecimento em importantes concursos públicos nacionais, internacionais e prêmios que conquistou, como o Renova SP em 2011, menções na VIII Bienal de Arquitetura de São Paulo e na V Bienal Ibero-americana de Arquitetura e Urbanismo no Uruguai, entre outras realizações.

Fernando Viégas é apaixonado pela sua profissão e por cidades, dando ênfase a sua cidade natal, São Paulo. Sua visão é desenvolver cidades organizadas, justas, gentis, com belezas desafiadoras, além de alcançar uma melhoria na mobilidade e ocupação do território. Deste modo, garantindo o mínimo de indivíduos possível onde a concentração é máxima e com infraestrutura mínima, porque nestes casos se torna inviável ter um aumento de urbanização na mesma região, como por exemplo as favelas que vem crescendo gradativamente.

Segundo entrevistas, o arquiteto e urbanista afirma que sua profissão é a construtora das cidades e que estas são a maior manifestação cultural do indivíduo. A sociedade molda e estrutura o ambiente e consequentemente quando ocorre a falta de alternativas, as cidades desenvolvem um conjunto de domicílios de uma maneira desorganizada, despreparada, densa e que não possui acesso a serviços públicos essenciais, ocorrendo um desequilíbrio do território.

Fernando Viégas afirma que “quando conseguirmos melhorar a distribuição de recursos pelo território, as cidades voltarão a ser mais saudáveis”, ou seja, enquanto ocorrer a desorganização das cidades, problemas de mobilidade, violência, pobreza, poluição, entre outros, as cidades não irão evoluir. A proposta é reorganizar territorialmente a cidade, mesmo que este quadro seja bem difícil reverter de uma maneira rápida e simples.

Sua proposta é equilibrar a ocupação e distribuir renda entre os municípios. Os economistas devem sustentar soluções e decisões políticas e urbanísticas muito fortemente, pois devem construir mecanismos de adensamento e contenção dessa mancha urbana.

O arquiteto e urbanista se baseia na frase do arquiteto Vilanova Artigas que possui um sentido figurado que lhe chama a atenção: “a felicidade de um povo se mede pela beleza de suas cidades”. Ele acredita que a cidade influencia a vida cotidiana e que ela é o nosso grande centro cultural, as maneiras de pensar e agir, tradições, músicas locais, vestimenta, artes, entre outros inúmeros aspectos.

Portanto, a globalização provocou uma homogeneização nas cidades em certas características, porém as coisas que são profundas e estruturais, permanecem.


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